Monthly Archives: December 2006

Outra vez a 2

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Qual TV Cabo (de que usufruo apenas quando faço turismo rural ou recarrego energias na terrinha), qual SIC, qual carapuça! Só a RTP2 e mainada! Actualizo-me no que toca a séries infantis e juvenis, sei o que se passa no mundo – ou pelo menos, em parte dele – e não sou bombardeada com anúncios de bradar aos céus nem novelas. Claro que à noite, quando os homens chegam a casa, cansados de um dia árduo de trabalho, há que lhes dar um miminho e autorizá-los a usar o controlo remoto à vontade, deixando que passem as horas num dos seus passatempos favoritos. Vocês sabem bem do que falo!

Abro excepção para o AXN, do qual sinto realmente falta, visto ser o único que tem o condão de me pregar no sofá a pasmar para o ecrã. E ai de quem me incomode! Coisas da vida, já que não podemos ter tudo, segundo dizem. E que querem? Também tenho as minhas limitações, ora!

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Lembranças

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Estou lentamente a recuperar certos hábitos natalícios de há uns anos atrás. Até já sei fazer bilharacos e rabanadas! Até já passamos horas eternas na cozinha a fazer daquelas coisas boas que, quando chega a hora, nunca se comem, por estarmos fartos de petiscar. É, é quase igual!

Epístola a Luís Namora

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Exmo. Sr. Luís Namora,

É com grande prazer que volto a lê-lo neste humilde cantinho e agradeço-lhe o ter-me perguntado pelas minhas condições de trabalho actuais. É sinal de que se preocupa com uma desconhecida, com mais um ser humano que tenta da melhor maneira fazer o que o Destino lhe destinou (passe o pleonasmo), a pôr em práctica as sábias palavras do Presidente por si mencionado: “…ask what you can do for your country”. Vê como por vezes faço o meu trabalho de casa?

De facto, não são as melhores, estão longe de serem as ideais. Mas pouco há a fazer, já que o espaço físico existe como tal há mais de 4 décadas, tendo sido alvo de pouquíssimas remodelações ao longo destes anos todos, segundo fui informada. Além disso,  está rodeado por todos os lados de outros edifícios, o que impede o desejável. Ali, só com uma implosão e nova construcção de raiz.

Há que ter paciência, e viver um dia de cada vez, usar bem o que há disponível – que não é pouco, tendo em conta as condições que aqui não detalharei – e lidar com a imensa massa humana heterogénea que todos os dias, religiosamente, lá aparece para cumprir com as mais variadas obrigações sociais.

Mais uma vez, grata pela sua atenção.

Até breve.

Caos

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Era a situação da escola hoje: impressora que não imprime em A3, pautas onde magicamente desaparecem disciplinas, pautas onde magicamente aparecem disciplinas que os alunos não têm, alunos que aparecem em turmas erradas; e vai de inserir novamente as notas das disciplinas em falta.

Foda-se, puta que pariu p’rá escola que tão mal organizada está! Situação que se nota desde o início, mas que piora nestas alturas de aperto e cumprimento de prazos! P’ró cu de Judas com o caralho do programa informático!

Amanhã voltarei ao normal.